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Tipos / Carta de vendas / Montagem

FN-09 · Guia de execução

Montar o fluxo completo

Treze passos, do fechamento da oferta ao primeiro anúncio no ar. Escrito para quem nunca fez: cada passo diz o que fazer, com o quê, e como saber que ficou pronto. Se algum termo for novo, o glossário está no fim da página.

Preparar

Antes de gravar ou escrever qualquer coisa. É a fase chata, e é a que decide o resultado das outras doze.

01

Fechar a oferta no papel

Enquanto isso não estiver escrito, não existe vídeo nem página para fazer — você não sabe ainda o que está vendendo.

  1. Escreva em uma linha o que a pessoa recebe: quantos módulos, quantas aulas, o que mais vai junto.
  2. Defina o preço cheio (o que você diria que vale) e o preço de venda. O cheio aparece riscado na página.
  3. Escolha o parcelamento. Doze vezes é o padrão do mercado porque a parcela é o número que a pessoa compara com o próprio bolso.
  4. Faça a conta do custo por dia: preço à vista dividido por 365. Se der menos que um café, esse número entra na página.
  5. Liste de três a cinco bônus, cada um com valor declarado. Deixe um deles sem revelar — o “presente surpresa”.
  6. Defina a garantia. A lei já obriga sete dias em compra online, então prometer sete não é benefício: use quinze ou trinta.
  7. Dê um nome à oferta. Coisa sem nome vira “o curso”. Com nome vira método, e método justifica preço.
  8. Responda por que agora: turma que fecha, condição que muda, vaga limitada de verdade. Sem motivo real, não invente cronômetro falso — vai embora a credibilidade junto.

Antes de baixar o preçoO valor que a pessoa enxerga é o resultado que ela quer, vezes a chance de ela acreditar que vai conseguir, dividido pelo tempo até esse resultado e pelo esforço que vai dar. Quase todo pedido de desconto é, na verdade, um destes quatro fora do lugar: prova fraca, promessa vaga, demora ou trabalho demais. Mexa neles antes de mexer no preço.

Fica prontoUma folha, de papel ou arquivo, com esses oito itens escritos. É a fonte de tudo daqui pra frente.
Erro comumIr descobrindo a oferta enquanto grava. O vídeo sai dizendo uma coisa e a página, outra.
02

Colher a prova

Prova não se escreve, se pede. Este é o passo que mais atrasa projeto, porque depende de outra pessoa responder.

  1. Separe de seis a dez clientes que tiveram resultado de verdade.
  2. Mande uma mensagem curta pedindo três coisas: como estava antes, como está agora e um número que mostre a diferença.
  3. Peça print quando houver: painel, extrato, contador de seguidores, foto. Print original convence mais que texto bonito.
  4. Peça autorização por escrito para usar nome, imagem e resultado. Uma frase no WhatsApp basta — guarde a conversa.
  5. Guarde tudo numa pasta só, um arquivo por pessoa.
Fica prontoSeis provas com número e autorização registrada.
Erro comumAceitar “adorei, recomendo”. Elogio sem número não faz ninguém se reconhecer.
03

Perguntar por que não compraram

As objeções reais viram o bloco de perguntas frequentes — que é onde a venda se decide para quem chegou perto e desistiu.

  1. Liste quem demonstrou interesse e não comprou.
  2. Pergunte uma coisa só: “o que te fez não seguir?”. Sem defender o produto na resposta.
  3. Anote as respostas com as palavras da pessoa. A pergunta frequente tem que soar como ela falaria.
  4. Ordene por repetição. Quase sempre o topo é preço, tempo e “será que funciona no meu caso”.
Fica prontoLista de dez a quarenta objeções, em ordem de frequência.
Erro comumImaginar a objeção em vez de perguntar. Você acerta o tema e erra as palavras.

O vídeo

A carta de vendas em vídeo. Roteiro, gravação, edição e hospedagem — nesta ordem, sem pular o primeiro.

04

Escrever o roteiro

Ninguém improvisa uma venda de treze minutos. O roteiro é escrito falado: escreva, leia em voz alta e corte tudo que você não diria numa conversa.

TempoBlocoO que dizer
0:00–0:30GanchoFale direto com quem interessa e prometa o que a pessoa leva do vídeo — não o produto. “Se você posta toda semana e ninguém compra, fica aqui comigo até o fim.”
0:30–2:00O problemaDescreva a situação dela melhor do que ela descreveria. Ainda não é hora de solução — é hora de ela pensar “é exatamente isso”.
2:00–3:30Por que falhouTire a culpa dela e nomeie o culpado: o conselho genérico, o método errado, a fórmula que serve para outro tipo de negócio.
3:30–6:00A viradaSua história: onde você estava, o que tentou, o que descobriu. É este bloco que compra permissão para vender no fim.
6:00–8:00O métodoAs fases com nome próprio — três costuma bastar. Explique o que cada uma resolve sem ensinar a executar.
8:00–9:30ProvaDois ou três casos com número, mostrando o print na tela enquanto você fala. Escolha gente parecida com quem assiste.
9:30–11:00A ofertaO que está incluso, os bônus e só então o preço, nesta ordem: cheio, atual, parcelado, por dia.
11:00–12:00GarantiaDiga o prazo e diga em voz alta que o risco é seu, não dela.
12:00–13:00ChamadaO que fazer agora, em uma frase. Recapitule a escolha e repita onde clicar.
Fica prontoRoteiro inteiro escrito e cronometrado lendo em voz alta.
Erro comumEscrever como texto de blog. Sai empolado, e empolado no vídeo soa falso.
05

Gravar

Celular resolve. O que separa amador de profissional aqui é som e luz, não câmera — ninguém sai de um vídeo por causa da imagem, mas sai em segundos por causa do áudio ruim.

  1. Som: um microfone de lapela com fio, dos baratos, já muda tudo. Grave num cômodo com pano, sofá, cortina — sala vazia ecoa.
  2. Luz: sente de frente para uma janela, de dia. Nunca de costas para ela. Se for à noite, uma luminária difusa na frente do rosto.
  3. Enquadramento: celular na horizontal, no tripé, câmera na altura dos olhos. Fundo liso, sem bagunça atrás.
  4. Teleprompter: use um aplicativo gratuito de teleprompter no próprio celular ou num tablet ao lado da lente. Ajuste a velocidade antes.
  5. Grave em blocos, um por linha da tabela do roteiro. Errou, refaz só aquele bloco — não o vídeo inteiro.
  6. Antes de valer, grave trinta segundos de teste e ouça com fone. Silencie as notificações.
Fica prontoTodos os blocos gravados, ouvidos com fone, sem chiado nem eco.
Erro comumTentar gravar tudo de uma vez. Na terceira travada você desiste do projeto, não do take.
06

Editar

Edição aqui é corte, não efeito. O objetivo é uma coisa só: que a pessoa não tenha motivo para sair.

  1. Junte os blocos na ordem do roteiro e corte todo silêncio e toda repetição.
  2. Coloque legenda queimada no vídeo. Boa parte assiste sem som, principalmente no celular.
  3. Quando falar de um resultado, mostre o print na tela naquele instante.
  4. Trilha, se usar, bem baixa — a voz manda. Nada de efeito sonoro.
  5. Exporte em 1080p e assista inteiro no celular antes de subir.
Fica prontoUm arquivo final, assistido do início ao fim por você, sem pular.
Erro comumCaprichar em vinheta de abertura. Ela gasta os segundos mais valiosos do vídeo inteiro.
07

Hospedar o vídeo

Aqui está o passo que quase todo iniciante erra: não suba num canal público de vídeo. Ele mostra vídeos relacionados no fim, deixa a pessoa sair e não te diz onde ela parou de assistir.

  1. Use um player para páginas de venda — há vários serviços brasileiros e internacionais que fazem isso. Se for usar um canal público, marque o vídeo como não listado e desative os relacionados.
  2. Configure o player sem barra de progresso na primeira exibição: a pessoa não pula direto para o preço antes de entender o valor.
  3. Programe o botão de compra para aparecer no minuto da oferta — no roteiro acima, aos 9:30.
  4. Deixe o início automático ligado com som, e um aviso visível de “toque para ouvir” caso o navegador bloqueie.
  5. Confira que o player entrega o relatório de retenção: em que segundo as pessoas saem. É o dado que diz qual bloco do roteiro está furado.
Fica prontoVídeo no ar, testado no seu celular, com botão aparecendo na hora certa.
Erro comumPlayer com controles livres desde o início. Metade vai direto ao fim, vê o preço fora de contexto e fecha.

Se preferir sem vídeoTudo isto vale igual para a carta em texto: os mesmos nove blocos do roteiro viram os blocos escritos da página, na mesma ordem. Texto é mais barato de testar — trocar uma manchete leva minutos, regravar um vídeo leva um dia.

Página e compra

Onde o vídeo mora, como se compra e como você vai saber que a venda aconteceu.

08

Montar a página

Uma rolagem só, sem menu, sem link para outro lugar. Cada saída disponível é dinheiro de anúncio indo embora.

  1. Acima do vídeo: uma manchete curta e nada mais. Sem logo grande, sem menu, sem banner.
  2. O player, ocupando a largura útil da tela.
  3. O botão, que aparece no minuto combinado e acompanha a rolagem a partir dali.
  4. Abaixo, para quem prefere ler: prova, o que está incluso, bônus, preço, garantia e as perguntas frequentes — a mesma ordem do roteiro.
  5. Repita o botão depois da prova, depois do preço e depois do último bloco.
  6. Abra no seu celular, em rede lenta. Se demorar para carregar, corte imagem pesada.
Fica prontoPágina no ar, lida do topo ao fim no celular, sem travar e sem saída.
Erro comumMenu no topo com “sobre” e “blog”. Você pagou pelo clique para a pessoa ir embora de graça.
09

Ligar o checkout

É a plataforma que cobra, entrega o acesso e cuida do reembolso. Se o produto for curso ou material digital, as plataformas brasileiras de infoproduto resolvem tudo isso numa conta só.

  1. Escolha a plataforma. As taxas em 2026 giram em torno de: Eduzz a partir de 4,90% + R$ 1 na venda direta, Kiwify 8,99% + R$ 2,49, Hotmart 9,99% + R$ 1. Confirme antes de decidir — elas mudam.
  2. Cadastre o produto com o mesmo nome, preço e prazo de garantia da folha do passo 01.
  3. Ative pix e cartão com o parcelamento que você definiu. Pix costuma responder por boa fatia das vendas.
  4. Deixe o checkout parecido com a página: mesma cor, mesmo nome de produto. Quebra visual na hora de pagar derruba venda já feita.
  5. Peça o mínimo de dados. Cada campo a mais cobra seu preço.
  6. Configure o e-mail de confirmação e a entrega do acesso, automáticos.
  7. Compre você mesmo, do celular, com cartão de verdade, e depois estorne. É o único teste que vale.
Fica prontoUma compra de teste concluída, e-mail recebido e acesso liberado sozinho.
Erro comumPrometer trinta dias de garantia na página e cadastrar sete na plataforma. Isso vira reclamação pública.
10

Instalar a medição

Sem isto você vai saber que vendeu, mas não por causa de quê — e aí não dá para aumentar o que funciona nem desligar o que não funciona.

  1. Crie uma conta no gerenciador de negócios da Meta e, dentro dela, um pixel.
  2. Cole o código do pixel na página de vendas.
  3. Na plataforma de checkout, procure a integração com a Meta e informe o número do pixel: ela passa a avisar cada compra.
  4. Use o testador de eventos da própria Meta e faça uma compra de teste. Confirme que aparece “Compra”.
  5. Padronize a marcação dos links de anúncio: nome legível mais o identificador em cada nível — campanha, conjunto e anúncio.
Fica prontoUma compra de teste aparecendo no relatório, atribuída ao anúncio certo.
Erro comumMarcar só a campanha. Na hora de escalar você aumenta o conjunto inteiro por causa de um anúncio só que dava certo.

Anúncios

Colocar dinheiro na frente e ler o que volta. É aqui que o funil deixa de ser projeto.

11

Produzir os criativos

Criativo é o vídeo curto do anúncio — não confunda com a carta de vendas. Ele tem uma função só: fazer a pessoa certa clicar. E o gancho, os três primeiros segundos, é a peça de maior alavancagem de todo o dinheiro investido.

Um gancho tem três componentes, não uma frase — e os três não podem dizer a mesma coisa. Se a fala repete o que já está escrito na tela, dois terços do gancho foram desperdiçados.

ComponenteO que éFunção
Ação na telaO que está literalmente acontecendo nos segundos 0–3Fazer o dedo parar
A falaAs primeiras palavras que saem da sua bocaAbrir uma pergunta na cabeça de quem vê
Texto na telaA legenda grande sobrepostaSustentar a promessa para quem assiste sem som

Para gerar os ganchos não parta da ideia, parta de uma matriz. Cada linha é uma combinação diferente — é isso que faz o teste ensinar alguma coisa:

  1. Segmento — não “o público”, e sim uma fatia com uma situação em comum. Quanto mais estreito, mais afiado o gancho.
  2. Motivação — a dor, o desejo ou a objeção daquela fatia, nas palavras dela. Copie literalmente de comentário, avaliação e conversa de venda: a frase original do cliente sempre ganha da sua paráfrase.
  3. Formato — escolha o veículo antes de escrever a frase: você falando para a câmera, gravação de tela, antes e depois, resposta de entrevista, confissão. A mesma motivação soa completamente diferente em cada um.
  4. Só então escreva os três componentes daquela célula.
  5. Gere ao longo da matriz, não para baixo: dez ganchos para dez combinações valem mais que trinta versões da mesma. Variedade de matriz é variedade de público.

Se travar na abertura, existe cardápio — e a regra é circular por ele, não repetir o favorito:

  1. Lacuna — esconde o substantivo: “ninguém te conta o que realmente causa isso”. Tem que entregar dentro do vídeo, senão vira isca e derruba a venda.
  2. Afirmação forte — específica e checável: “isso substituiu a minha agenda inteira”. Precisa da prova logo em seguida.
  3. Confissão — “eu fazia isso completamente errado”. Sem detalhe vivido, soa falso.
  4. Antes e depois — os dois estados aparecem já na primeira batida. A transformação tem que ser honesta.
  5. Situação — espelha um momento hiperespecífico do dia da pessoa. A especificidade é o mecanismo inteiro; genérico é invisível.
  6. Pergunta — exatamente a pergunta que ela digitaria na busca, com as palavras dela.
  7. Prova primeiro — abre com o recibo: o print, o número, a demonstração. O mais forte quando o resultado se gaba sozinho.
Fica prontoUma matriz preenchida: segmento, motivação, formato e os três componentes do gancho em cada linha.
Erro comumNove variações do mesmo ângulo. Não é teste, é repetição com outra roupa — no fim você só sabe o que já sabia.
12

Subir a campanha

No gerenciador de anúncios da Meta. A estrutura tem três andares: campanha (o objetivo), conjunto (para quem e quanto) e anúncio (a peça).

  1. Campanha: objetivo Vendas. Não use alcance nem engajamento — eles entregam para quem curte, não para quem compra.
  2. Conjunto: otimizar para o evento Compra, o mesmo que você testou no passo 10.
  3. Público: comece amplo, com idade e país. O sistema encontra o comprador melhor do que você adivinha.
  4. Orçamento diário: algo próximo do preço do seu produto, para dar chance de pelo menos uma venda por dia.
  5. Anúncios: suba os três ângulos dentro do mesmo conjunto e deixe o sistema escolher.
  6. Link: cole a página de vendas já com a marcação do passo 10.
  7. Publique e não toque por três ou quatro dias. Mexer todo dia reinicia o aprendizado e queima verba.
Fica prontoCampanha no ar, entregando, com as vendas aparecendo atribuídas por anúncio.
Erro comumDesligar no primeiro dia. Ainda não existe número — o que existe é ansiedade.
13

Ler os números e decidir

Três decisões possíveis: matar, ajustar ou aumentar. Regras de bolso para começar — com o tempo você monta as suas.

  1. Um criativo que já gastou duas vezes o preço do produto sem vender: desligue.
  2. Se o custo por venda ficou abaixo do que sobra depois de taxas e entrega: aumente o orçamento em vinte por cento por vez, com dois ou três dias entre um aumento e outro.
  3. Muito clique e nenhuma venda: o problema é a página ou o preço, não o anúncio.
  4. Pouco clique: o problema é o criativo. Troque o ângulo, não a cor.
  5. Olhe a retenção do vídeo: onde há queda brusca, é o bloco do roteiro a reescrever.
  6. Mude uma coisa por vez, nesta ordem: criativo, depois manchete, depois oferta.

E quando um anúncio vai mal, não jogue fora o anúncio inteiro: cada número acusa uma peça diferente.

O que está fracoA peça culpadaO que trocar
Quase ninguém para de rolarA ação na tela nos três primeiros segundosSó a abertura visual — mantenha o resto
Param, mas saem logoO que vem depois do gancho, dos 3 aos 15 segundosRefaça esse trecho, não o gancho
Assistem e não clicamA promessa no meio do anúncioDeixe a oferta e a prova mais claras
Clicam e não compramA página não continua o anúncioAlinhe a manchete e a promessa da página ao criativo

A armadilhaGancho que faz muita gente parar não é sinal de anúncio bom. Abertura sensacionalista atrai o público errado e aparece exatamente assim: muita parada, pouca venda. Leia o funil inteiro antes de declarar vencedor.

Fica prontoUma decisão anotada por criativo — manter, ajustar ou matar — com o número que a justificou.
Erro comumTrocar página e anúncio no mesmo dia. Se melhorar, você não vai saber por quê.

Antes de gastar o primeiro real

Oito confirmações. Falhando qualquer uma, o dinheiro vaza já no primeiro dia.

Oferta escrita: preço, parcela, bônus e garantia.
Garantia acima dos sete dias que a lei já obriga.
Seis provas com número e autorização de uso.
Vídeo assistido inteiro por você, no celular, com fone.
Botão de compra aparecendo no minuto certo.
Compra de teste concluída com cartão real.
Evento de compra confirmado no testador da Meta.
Três ângulos distintos prontos, não três cores do mesmo.

Sobre prazoA ordem importa mais que o calendário. O gargalo quase nunca é gravar o vídeo — é o passo 02, porque prova depende de cliente que já teve resultado e topa mostrar, e isso não se resolve numa tarde.

Glossário

Os termos que aparecem no caminho, em português claro.

Carta de vendas
A página, em texto ou vídeo, que faz a venda inteira sozinha, sem vendedor no meio.
Gancho
Os primeiros segundos, que decidem se a pessoa continua. Não é introdução — é a frase mais forte que você tem.
Criativo
A peça do anúncio: o vídeo ou imagem que aparece no Instagram. Função única: trazer a pessoa certa.
Ângulo
O argumento que o criativo usa. Mesma oferta, três ângulos: a dor, o resultado, o erro comum.
Ticket
O preço do que você vende. “Ticket médio” é a média do que cada cliente paga.
Custo por venda
Quanto de anúncio você gastou para conseguir uma venda. Comparado ao ticket, decide se escala.
Pixel
Um pedacinho de código na sua página que avisa a Meta o que aconteceu ali — visita, compra.
Evento
Cada ação avisada pelo pixel. O que importa aqui chama-se “Compra”.
Marcação de link (UTM)
Pedaços colados no fim do endereço para o relatório saber de qual anúncio veio cada venda.
Ancoragem
Mostrar o preço cheio antes do preço real, para dar referência. Sem ela, todo preço parece alto.
Retenção
Quantas pessoas ainda estão assistindo em cada segundo. A queda mostra o bloco do roteiro que precisa mudar.
Perpétuo
Funil que fica no ar o ano inteiro, sem data de abertura e fechamento.
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